
A CGTP alertou ontem para a "imperiosa necessidade" de aumentar os vencimentos reais dos portugueses, sobretudo o salário mínimo, ainda "muito afastado" do que se pratica na generalidade dos países da União Europeia. "Os últimos dados publicados pelo Eurostat relativamente ao valor do salário mínimo no espaço da União Europeia mostra que Portugal continua muito afastado da generalidade desses países, situando-se mesmo na cauda da Zona euro (penúltimo lugar, antes da Eslováquia) do conjunto dos países da Zona Euro", assinala a CGTP em comunicado.
Segundo a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses, apesar de alguma recuperação no valor do salário mínimo nacional - que atingirá os 500 euros a 1 de Janeiro de 2011 - este "continua extremamente baixo, não permitindo fazer face ao custo de vida".
O aumento real dos salários constitui, por isso, "uma imperiosa necessidade", de acordo com a central sindical, para quem "nos últimos anos não houve aproximação dos salários contratuais dos portugueses em relação à média comunitária, ao contrário do que se passa com os novos países-membros". A CGTP destaca ainda que, num contexto de abrandamento económico internacional, o incremento do poder de compra nacional pode fomentar a procura e estimular o crescimento interno.
"A melhoria dos salários reais, ao possibilitar uma mais justa repartição do rendimento nacional, também constitui um meio de aumentar o consumo e a procura interna, podendo compensar as dificuldades ao nível da procura externa", sustenta a confederação.
A central sindical já apresentou aos partidos uma proposta para a evolução plurianual do salário mínimo nacional, fixando-o em 600 euros a 1 de Janeiro de 2013.
Na nota de imprensa, a CGTP considera também "urgente" a revisão dos critérios de actualização das pensões, "pois os actuais, num contexto de baixo crescimento económico que se poderá prolongar no futuro, apenas garantem a manutenção do poder de compra das pensões mais baixas, penalizando os pensionistas que, no passado, mais contribuíram para a Segurança Social".
Segundo a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses, apesar de alguma recuperação no valor do salário mínimo nacional - que atingirá os 500 euros a 1 de Janeiro de 2011 - este "continua extremamente baixo, não permitindo fazer face ao custo de vida".
O aumento real dos salários constitui, por isso, "uma imperiosa necessidade", de acordo com a central sindical, para quem "nos últimos anos não houve aproximação dos salários contratuais dos portugueses em relação à média comunitária, ao contrário do que se passa com os novos países-membros". A CGTP destaca ainda que, num contexto de abrandamento económico internacional, o incremento do poder de compra nacional pode fomentar a procura e estimular o crescimento interno.
"A melhoria dos salários reais, ao possibilitar uma mais justa repartição do rendimento nacional, também constitui um meio de aumentar o consumo e a procura interna, podendo compensar as dificuldades ao nível da procura externa", sustenta a confederação.
A central sindical já apresentou aos partidos uma proposta para a evolução plurianual do salário mínimo nacional, fixando-o em 600 euros a 1 de Janeiro de 2013.
Na nota de imprensa, a CGTP considera também "urgente" a revisão dos critérios de actualização das pensões, "pois os actuais, num contexto de baixo crescimento económico que se poderá prolongar no futuro, apenas garantem a manutenção do poder de compra das pensões mais baixas, penalizando os pensionistas que, no passado, mais contribuíram para a Segurança Social".
















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