
Não falta legislação ou enquadramento jurídico para se viabilizarem, na prática, os conceitos do trabalho, ou actividade inerente à própria pessoa; o que escasseia é o emprego, com toda a problemática que se conhece hoje em dia. A opinião é do dr. Rui Silva, a propósito da conferência sobre “Trabalho - profissão e vida familiar” que ontem proferiu no Museu Casa da Luz, a convite do Secretariado Diocesano da Pastoral da Família.
Em declarações ao JORNAL da MADEIRA, o director regional do Trabalho, explicou que “o trabalho, ao longo dos tempos, sempre representou um valor ligado à dignidade humana, na medida em que é expressão de realização da pessoa”.
Neste contexto, a família também desempenha um papel imprescindível, principalmente em situações difíceis como o desemprego. “A família é de facto um suporte importante, sobretudo em termos de apoio a situações de crise como a que vivemos, em que o trabalho disponível de cada um não encontra resposta adequada”.
Trabalho não falta mas escasseiam os empregos
Para o especialista em questões laborais, “o trabalho é tão antigo como o homem, como forma de esforço, de realização”; e, “na verdade, o trabalho abunda, não falta, o que escasseia é o emprego”. E aqui reside uma “contradição fundamental: a abundância de trabalho, por um lado, e a escassez de empregos, por outro”, considera ainda o dr. Rui Silva.
Por outras palavras, verifica-se que “os factores de produtividade aumentam, mas torna-se cada vez menos necessário o trabalho humano porque as máquinas, as tecnologias existem e o parodoxo da nossa sociedade é este: temos abundância de trabalho, isto é, pessoas e mão-de-obra, mas a situação actual não corresponde em termos do emprego necessário”; regista-se então o tal “paradoxo, contradição”, pela “não utilização do trabalho que está disponível em cada pessoa activa”.
Sobre esta realidade com que actualmente se confronta a família, a sociedade e as instituições, pergunta-se: “que soluções, que novas ocupações para dar emprego a esta força potencial de trabalho que existe no mundo, através do afluxo cada vez maior de pessoas, homens e mulheres? O desafio é encontrar respostas para essas pessoas se realizarem”, entende o director regional do Trabalho.
Fonte: JM
Em declarações ao JORNAL da MADEIRA, o director regional do Trabalho, explicou que “o trabalho, ao longo dos tempos, sempre representou um valor ligado à dignidade humana, na medida em que é expressão de realização da pessoa”.
Neste contexto, a família também desempenha um papel imprescindível, principalmente em situações difíceis como o desemprego. “A família é de facto um suporte importante, sobretudo em termos de apoio a situações de crise como a que vivemos, em que o trabalho disponível de cada um não encontra resposta adequada”.
Trabalho não falta mas escasseiam os empregos
Para o especialista em questões laborais, “o trabalho é tão antigo como o homem, como forma de esforço, de realização”; e, “na verdade, o trabalho abunda, não falta, o que escasseia é o emprego”. E aqui reside uma “contradição fundamental: a abundância de trabalho, por um lado, e a escassez de empregos, por outro”, considera ainda o dr. Rui Silva.
Por outras palavras, verifica-se que “os factores de produtividade aumentam, mas torna-se cada vez menos necessário o trabalho humano porque as máquinas, as tecnologias existem e o parodoxo da nossa sociedade é este: temos abundância de trabalho, isto é, pessoas e mão-de-obra, mas a situação actual não corresponde em termos do emprego necessário”; regista-se então o tal “paradoxo, contradição”, pela “não utilização do trabalho que está disponível em cada pessoa activa”.
Sobre esta realidade com que actualmente se confronta a família, a sociedade e as instituições, pergunta-se: “que soluções, que novas ocupações para dar emprego a esta força potencial de trabalho que existe no mundo, através do afluxo cada vez maior de pessoas, homens e mulheres? O desafio é encontrar respostas para essas pessoas se realizarem”, entende o director regional do Trabalho.
Fonte: JM
















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