
Os quatro funcionários do cabeleireiro 'Sérgio Marques', no Funchal, foram impedidos de entrar no trabalho, ontem de manhã, depois da fechadura da porta ter sido mudada durante o fim-de-semana.
Vera, uma das cabeleireiros do salão situado na Rua do Carmo, contou ao DIÁRIO que a fechadura foi mudada pelo dono do edifício, alegando o pagamento de várias rendas do espaço, por parte da gerência do 'Sérgio Marques'. "Nós não temos nada com isso, e agora ficamos sem trabalho assim sem aviso", lamentou a cabeleireira, acusando a dona da empresa de não se interessar com o futuro das trabalhadoras.
Ela, explicaram as funcionárias, está radicada em Inglaterra, e terá entrado em acordo com o senhorio, que "perdoou" as rendas em atraso com a condição de que o cabeleireiro fosse encerrado.
Foi o que aconteceu ontem ao final da tarde, com os funcionários a receberem autorização para entrar no estabelecimento, para retirarem os seus pertences.
A Inspecção Regional de Trabalho já foi informada do caso, até porque o cabeleireiro em causa, que funcionava há cerca de cinco anos, estava a atravessar alguns problemas financeiros. Não existiam salários em atraso, mas os ordenados estavam a ser pagos a 'conta gotas'.
Vera, uma das cabeleireiros do salão situado na Rua do Carmo, contou ao DIÁRIO que a fechadura foi mudada pelo dono do edifício, alegando o pagamento de várias rendas do espaço, por parte da gerência do 'Sérgio Marques'. "Nós não temos nada com isso, e agora ficamos sem trabalho assim sem aviso", lamentou a cabeleireira, acusando a dona da empresa de não se interessar com o futuro das trabalhadoras.
Ela, explicaram as funcionárias, está radicada em Inglaterra, e terá entrado em acordo com o senhorio, que "perdoou" as rendas em atraso com a condição de que o cabeleireiro fosse encerrado.
Foi o que aconteceu ontem ao final da tarde, com os funcionários a receberem autorização para entrar no estabelecimento, para retirarem os seus pertences.
A Inspecção Regional de Trabalho já foi informada do caso, até porque o cabeleireiro em causa, que funcionava há cerca de cinco anos, estava a atravessar alguns problemas financeiros. Não existiam salários em atraso, mas os ordenados estavam a ser pagos a 'conta gotas'.
Fonte: DN
















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