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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

PME PORTUGAL ACUSA AICEP

A PME Portugal acusou ontem a AICEP de ter criado "grandes expectativas" nas pequenas e médias empresas, mas nada ter concretizado, continuando estas unidades sem apoios à internacionalização e exportação.
"Na altura da sua constituição foram criadas, pela própria AICEP [Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal], expectativas nas PME, mas nada foi concretizado e continuamos sem qualquer apoio, que continua a ser dado apenas às grandes empresas e organizações", afirmou Joaquim Cunha, o presidente da PME Portugal em declarações à agência Lusa.
"A AICEP continua vocacionada para outras coisas, como os PIN, e não se vê a sua actuação ao nível do tecido empresarial, não se vê o que anda a fazer", acrescentou.
Segundo Joaquim Cunha, a situação é mesmo "pior" do que a existente antes da fusão entre a Agência Portuguesa para o Investimento (API) e o ICEP.
"São organismos que vivem exclusivamente do quadro comunitário de apoio (QCA) e o actual, ao nível das exportações, ainda é pior do que o anterior e não tem nenhum programa de apoio", sustentou.
Conforme salientou Joaquim Cunha, são as PME, e não os grandes grupos económicos que precisam, efectivamente, de apoios à internacionalização.
"As grandes empresas e, mesmo, muitas das médias precisam, quando muito, de diplomacia económica", defendeu.
Já as PME muito beneficiariam, segundo o empresário, de um programa plurianual de apoio à promoção no exterior que contemplasse, por exemplo, um subsídio de 50 por cento não reembolsável e permitisse despesas de 100 mil euros por ano.
Fonte: JM

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