facebookrss feedemail Onde estamos Youtube

Conheça a rede de Polos de Emprego clicando AQUI

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

GOVERNO CRIA MEDIDAS PARA FOMENTAR O EMPREGO

O secretário regional dos Recursos Humanos reconheceu ontem no seu discurso na Assembleia Legislativa da Madeira que o crescimento cresceu na região autónoma. No segundo dia de debate acerca da proposta de Orçamento e Plano para 2008, Brazão de Castro, recordou que, nos primeiros três trimestres do ano, a região autónoma registou taxas de desemprego de 6,9 por cento, no primeiro, 6,3 por cento, no segundo, e de 6,8 por cento, no terceiro. Por isso mesmo disse que o desemprego na Madeira está contido. Não obstante, deixou claro que o governo não está satisfeito com estes dados, que evidencia serem bem mais favoráveis em relação aos do continente. Por isso mesmo, referiu que o na Madeira irá ser continuado o trabalho para combater os efeitos negativos no emprego “da perseguição socialista” e da conjuntura externa. Assim, anunciou que no próximo ano o governo vai atribuir apoios à contratação, tendo em vista incentivar os investimentos que criem postos de trabalho. Neste âmbito, Brazão de Castro sublinhou que serão apoiadas as iniciativas locais de emprego e os beneficiários de prestações de desemprego que pretendam criar o seu próprio emprego. A juntar a estas políticas, apontou o microcrédito, já utilizado por esse mundo fora, e que, da parte do executivo, diz estar em estudo este novo incentivo, tendo em vista apoiar pequenas iniciativas de desempregados. Outro ponto que fica do discurso do governante assentou no que diz ser uma paz social assente no diálogo social resultante na Contratação Colectiva de Trabalho, que, como evidenciou proporciona um crescimento, ainda que ligeiro, acima da inflação. Em relação às comunidades madeirenses, referiu que as verbas inscritas no Orçamento vão possibilitar que o governo mantenha a mesma linha de acção e de acompanhamento. E, neste matéria, lamentou que o Governo da República tenha dualidade de critérios em relação às duas regiões autónomas portuguesas, deixando abertos os consulados que serviam aos Açores e, no caso da Madeira, fechar o consulado de Santos, no Brasil, e transformar o de Durban, na África do Sul, em consulado honorário.
Fonte: DN

0 comentários:

Enviar um comentário

Follow us
Follow us
Follow us