
A propósito do trabalho sobre o 'Estado da Região' no Porto Santo, publicado no último domingo, e que referia, em título de 1ª página, que os licenciados não têm ali futuro e, em subtítulo, acrescentava que o Centro de Emprego os aconselha a tirar um Curso de Mesa e Bar, o Centro de Emprego emitiu um comunicado a esclarecer o seguinte: - Estão, de facto, inscritos no Instituto de Emprego, cinco licenciados do Porto Santo. Importa contudo referir que dois deles já tiveram emprego e estão à procura de uma nova colocação profissional (Gestão de Empresas e Animação Cultural); os restantes três, que são candidatos ao 1º emprego (com licenciaturas em Sociologia, Jornalismo e Ciências da Cultura), estão inscritos há, respectivamente, 8 meses, 5 meses e 1 mês. Parece-nos, por isso, exagerado concluir que os licenciados no Porto Santo "penam para encontrar emprego", até porque sendo o 2º concelho da Região com menor número de desempregados, a seguir ao Porto Moniz, é também o 2º com menos licenciados nessa situação.
- A pedido de duas entidades empregadoras na área do Turismo, o Instituto de Emprego promoveu reuniões para as quais foram convocados todos os desempregados do Porto Santo, independentemente do seu nível de formação. Nessas reuniões, os representantes das entidades expuseram aos presentes quais as áreas em que iam, para já, efectuar recrutamento, referindo que, em fase posterior, poderiam vir a necessitar de pessoas para outras profissões, pelo que os interessados deveriam disponibilizar os respectivos currículos. É dever do Instituto de Emprego dar a conhecer as ofertas que existem. Cabe aos desempregados aceitar, ou não, as mesmas. Não é, portanto, correcto afirmar que o "Centro de Emprego aconselha os licenciados a tirar um Curso de Mesa e Bar" ou que isso "lhes foi recomendado".
Sidónio Fernandes - Presidente do Instituto Regional de Emprego.
- A pedido de duas entidades empregadoras na área do Turismo, o Instituto de Emprego promoveu reuniões para as quais foram convocados todos os desempregados do Porto Santo, independentemente do seu nível de formação. Nessas reuniões, os representantes das entidades expuseram aos presentes quais as áreas em que iam, para já, efectuar recrutamento, referindo que, em fase posterior, poderiam vir a necessitar de pessoas para outras profissões, pelo que os interessados deveriam disponibilizar os respectivos currículos. É dever do Instituto de Emprego dar a conhecer as ofertas que existem. Cabe aos desempregados aceitar, ou não, as mesmas. Não é, portanto, correcto afirmar que o "Centro de Emprego aconselha os licenciados a tirar um Curso de Mesa e Bar" ou que isso "lhes foi recomendado".
Sidónio Fernandes - Presidente do Instituto Regional de Emprego.
Fonte: DN
















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