
A Madeira é a região do país onde existe uma maior percentagem de trabalhadores que levam para casa no final do mês menos de 310 euros líquidos. A informação consta do Inquérito de Emprego realizado pelo Instituto Nacional de Estatística referente ao primeiro semestre deste ano, o qual refere ainda que apenas 400 madeirenses recebiam um vencimento mensal líquido entre 2.500 e os 3.000 euros e apenas 300 auferiam uma remuneração superior aos três mil euros/mês.
De acordo com os dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estatítica, no final do primeiro trimestre deste ano existam cinco mil e cem trabalhadores madeirenses a ganhar menos de 310 euros líquidos, ou seja, 5,13% dos indivíduos que trabalhavam por conta de outrém.
Significativa era também a percentagem de trabalhadores madeirenses que recebiam menos de 600 euros líquidos mensais que, segundo os dados avançados pelo inquérito realizado pelo INE, ascendiam, em finais de Junho, a 42 mil e 900 indivíduos (43,1% do total). Destes, um total de 37 mil e 800 trabalhadores recebiam entre 310 e 600 euros líquidos por mês.
Serviços e construção à frente
Os sectores onde existia o maior número de indivíduos a receber salários mais baixos, ou seja menos de 310 euros mensais, eram os da 'Indústria, construção, energia e água' (2.200) e o dos 'Serviços' (2.600).
Os dados divulgados revelam também que com salários entre os 600 e os 900 euros existia um total de 32.500 trabalhadores. Em muito menor número eram aqueles que auferiam salários entre os 900 e os 1.200 euros, qualquer coisa como 10.700. Já com salários acima dos 1.200 e abaixo dos 1.800 euros existiam apenas 5.800 trabalhadores.
As informações disponibilizadas permitem-nos também verificar que a esmagadora maioria dos operários por conta de outrém trabalha no sector terciário, mais concretamente nos Serviços que, em finais de Junho, empregava qualquer coisa como 72.800 dos 99.400 indivíduos que estavam empregados.
Singnificativo era também o número de indivíduos (23.700) que estava empregado no sector secundário, nomeadamente na Indústria, Construção e Energia. Já o sector primário, outrora um dos principais pilares da economia regional, empregava apenas 3.000 pessoas.
Um problema nacional
Refira-se que o drama dos salários baixos não é exclusivo da Madeira. Ao nível nacional, de acordo com os dados do INE, existiam, em finais de Junho, 151 mil trabalhadores a levar para casa no final do mês menos de 310 euros mensais líquidos. Destes, mais de 55 mil eram da região Norte, 36 mil da região Centro, 7.600 do Alentejo, 3.500 do Algarve e 4.000 dos Açores.
A maior parte dos trabalhadores por conta de ouitrém auferia salários entre os 310 e os 600 euros (1,526 milhões). Pouco mais de um milhão ganhava entre os 600 e os 900 euros e 388,9 mil levavam para casa no final do mês entre 900 e 1.200 euros.
Feitas as contas, conclui-se que mais de 68% da população trabalhadora por conta de outrem recebe salários inferiores a 900 euros, um valor que fica muito abaixo da média dos países da Zona Euro.
Fonte: DN
De acordo com os dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estatítica, no final do primeiro trimestre deste ano existam cinco mil e cem trabalhadores madeirenses a ganhar menos de 310 euros líquidos, ou seja, 5,13% dos indivíduos que trabalhavam por conta de outrém.
Significativa era também a percentagem de trabalhadores madeirenses que recebiam menos de 600 euros líquidos mensais que, segundo os dados avançados pelo inquérito realizado pelo INE, ascendiam, em finais de Junho, a 42 mil e 900 indivíduos (43,1% do total). Destes, um total de 37 mil e 800 trabalhadores recebiam entre 310 e 600 euros líquidos por mês.
Serviços e construção à frente
Os sectores onde existia o maior número de indivíduos a receber salários mais baixos, ou seja menos de 310 euros mensais, eram os da 'Indústria, construção, energia e água' (2.200) e o dos 'Serviços' (2.600).
Os dados divulgados revelam também que com salários entre os 600 e os 900 euros existia um total de 32.500 trabalhadores. Em muito menor número eram aqueles que auferiam salários entre os 900 e os 1.200 euros, qualquer coisa como 10.700. Já com salários acima dos 1.200 e abaixo dos 1.800 euros existiam apenas 5.800 trabalhadores.
As informações disponibilizadas permitem-nos também verificar que a esmagadora maioria dos operários por conta de outrém trabalha no sector terciário, mais concretamente nos Serviços que, em finais de Junho, empregava qualquer coisa como 72.800 dos 99.400 indivíduos que estavam empregados.
Singnificativo era também o número de indivíduos (23.700) que estava empregado no sector secundário, nomeadamente na Indústria, Construção e Energia. Já o sector primário, outrora um dos principais pilares da economia regional, empregava apenas 3.000 pessoas.
Um problema nacional
Refira-se que o drama dos salários baixos não é exclusivo da Madeira. Ao nível nacional, de acordo com os dados do INE, existiam, em finais de Junho, 151 mil trabalhadores a levar para casa no final do mês menos de 310 euros mensais líquidos. Destes, mais de 55 mil eram da região Norte, 36 mil da região Centro, 7.600 do Alentejo, 3.500 do Algarve e 4.000 dos Açores.
A maior parte dos trabalhadores por conta de ouitrém auferia salários entre os 310 e os 600 euros (1,526 milhões). Pouco mais de um milhão ganhava entre os 600 e os 900 euros e 388,9 mil levavam para casa no final do mês entre 900 e 1.200 euros.
Feitas as contas, conclui-se que mais de 68% da população trabalhadora por conta de outrem recebe salários inferiores a 900 euros, um valor que fica muito abaixo da média dos países da Zona Euro.
Fonte: DN
















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