
Para já são 20 milhões, mas o montante pode crescer ainda durante este ano. Ontem foram criadas formalmente duas linhas de crédito destinadas às pequenas e médias empresas da Região, por outras tantas associações empresariais.
Primeiro foi a ACIF, que é liderada por Francisco Santos, a assinar o contrato com a Lisgarante e com o Millennium BCP. O documento foi rubricado por Ricardo Gouveia (Millennium), Nuno Henriques (Lisgarante) e Duarte Rodrigues (ACIF). O presidente da Associação, que é também o dirigente máximo do Millennium na Região, não esteve presente. Duarte Rodrigues, apesar de questionado sobre qual tinha sido o papel de Francisco Santos na criação da linha de crédito não o explicitou.
Uma hora depois, pelas 11 horas, decorreu idêntica cerimónia nas instalações da ASSICOM. Pela Sociedade de Garantia Mútua e pelo banco estiveram os mesmos protagonistas. Jaime Ramos, que lidera a ASSICOM, também rubricou a criação da segunda linha de crédito.
O presidente desta associação disse que a linha de crédito criada destinava-se essencialmente às pequenas empresas e, dentro destas, destaque para as que se dedicam à construção.
Esse dinheiro poderá assumir importância primordial para "a estabilidade do emprego" na Região. O crescimento do desemprego na Madeira decorre essencialmente "da falta de liquidez da empresas". A linha de crédito vem obviar essa dificuldade, mas não resolve todo o problema.
Jaime Ramos, que também é secretário-geral do PSD, diz que se a Madeira fosse autorizada a contrair mais dívida, seria possível aumentar a massa monetária em circulação, por via da concretização de uma série de grandes obras públicas.
O sector da construção poderia, quase imediatamente absorver dois mil trabalhadores, garantiu.
Candidaturas de imediato
As duas linhas de crédito, ontem cridas, estão de imediato ao dispor dos associados da ACIF e da ASSICOM.
As candidaturas podem ser apresentadas junto de quaisquer dos intervenientes e, no caso da ASSIMCOM, a resposta deverá ser dada no prazo de cinco dias.
Todos os participantes garantiram tratar-se de uma mais-valia para a economia regional, por facilitar o crédito numa altura em que ele se torna cada vez mais difícil de conseguir. Além disso, disponibiliza dinheiro a bom preço, garantiram.
Ambas as linhas podem vir a crescer, consoante a procura e o acordo entre os parceiros.
Primeiro foi a ACIF, que é liderada por Francisco Santos, a assinar o contrato com a Lisgarante e com o Millennium BCP. O documento foi rubricado por Ricardo Gouveia (Millennium), Nuno Henriques (Lisgarante) e Duarte Rodrigues (ACIF). O presidente da Associação, que é também o dirigente máximo do Millennium na Região, não esteve presente. Duarte Rodrigues, apesar de questionado sobre qual tinha sido o papel de Francisco Santos na criação da linha de crédito não o explicitou.
Uma hora depois, pelas 11 horas, decorreu idêntica cerimónia nas instalações da ASSICOM. Pela Sociedade de Garantia Mútua e pelo banco estiveram os mesmos protagonistas. Jaime Ramos, que lidera a ASSICOM, também rubricou a criação da segunda linha de crédito.
O presidente desta associação disse que a linha de crédito criada destinava-se essencialmente às pequenas empresas e, dentro destas, destaque para as que se dedicam à construção.
Esse dinheiro poderá assumir importância primordial para "a estabilidade do emprego" na Região. O crescimento do desemprego na Madeira decorre essencialmente "da falta de liquidez da empresas". A linha de crédito vem obviar essa dificuldade, mas não resolve todo o problema.
Jaime Ramos, que também é secretário-geral do PSD, diz que se a Madeira fosse autorizada a contrair mais dívida, seria possível aumentar a massa monetária em circulação, por via da concretização de uma série de grandes obras públicas.
O sector da construção poderia, quase imediatamente absorver dois mil trabalhadores, garantiu.
Candidaturas de imediato
As duas linhas de crédito, ontem cridas, estão de imediato ao dispor dos associados da ACIF e da ASSICOM.
As candidaturas podem ser apresentadas junto de quaisquer dos intervenientes e, no caso da ASSIMCOM, a resposta deverá ser dada no prazo de cinco dias.
Todos os participantes garantiram tratar-se de uma mais-valia para a economia regional, por facilitar o crédito numa altura em que ele se torna cada vez mais difícil de conseguir. Além disso, disponibiliza dinheiro a bom preço, garantiram.
Ambas as linhas podem vir a crescer, consoante a procura e o acordo entre os parceiros.
Fonte: DN
















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