
O presidente do Governo Regional reconheceu, ontem, que a situação do país não está "fácil", pelo que é preciso "trabalhar muito".
Na inauguração do Reservatório do Caniço, que se seguiu à da Estação Elevatória da Cancela (ver página 8), Alberto João Jardim deixou um pedido às empresas: "Mais vale ter poucos lucros, ou quase nenhuns lucros durante um ano ou dois e aguentar a situação social, porque isto é cíclico, até haver um aumento da procura e da retoma, do que estar, indecentemente, a aproveitar esta situação para fazer despedimentos".
Alberto João Jardim afirmou ainda que este "é também um momento de grande responsabilidade para banca que não pode ter a pretensão de numa situação difícil como esta querer recuperar os montantes antigos de lucros a toda a velocidade.".
O presidente do Governo Regional disse que, embora mantenha um "espírito de humor", está preocupado com os efeitos da crise, mas rejeitou qualquer responsabilidade na situação a que alguns chegaram devido a "políticas erradas" e como consequência de um comportamento que visava "atacar todos os investimentos e todos os empreendimentos que se fizeram da Madeira", numa "perseguição sistemática a quem quis desenvolver a nossa terra". "Não venham deitar as culpas em cima de quem não as tem", afirmou.
Na inauguração do Reservatório do Caniço, que se seguiu à da Estação Elevatória da Cancela (ver página 8), Alberto João Jardim deixou um pedido às empresas: "Mais vale ter poucos lucros, ou quase nenhuns lucros durante um ano ou dois e aguentar a situação social, porque isto é cíclico, até haver um aumento da procura e da retoma, do que estar, indecentemente, a aproveitar esta situação para fazer despedimentos".
Alberto João Jardim afirmou ainda que este "é também um momento de grande responsabilidade para banca que não pode ter a pretensão de numa situação difícil como esta querer recuperar os montantes antigos de lucros a toda a velocidade.".
O presidente do Governo Regional disse que, embora mantenha um "espírito de humor", está preocupado com os efeitos da crise, mas rejeitou qualquer responsabilidade na situação a que alguns chegaram devido a "políticas erradas" e como consequência de um comportamento que visava "atacar todos os investimentos e todos os empreendimentos que se fizeram da Madeira", numa "perseguição sistemática a quem quis desenvolver a nossa terra". "Não venham deitar as culpas em cima de quem não as tem", afirmou.
Fonte: DN
















0 comentários:
Enviar um comentário