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sexta-feira, 16 de julho de 2010

PME PRECISAM DE APOIOS MENOS BUROCRÁTICOS

O presidente da Câmara Municipal do Funchal defendeu ontem ser necessário criar um novo programa de apoio às Pequenas e Médias Empresas (PME), que seja menos burocrático e tenha políticas estruturadas de médio e longo prazo. O autarca lembrou que as PME representam 90 por cento do tecido empresarial nacional e nacional. Há que lhes dar condições para que possam singrar e ter sucesso.
«É devido a estas empresas que há ou não crescimento económico, emprego e impostos, que são cobrados para fazer políticas de coesão social».
Miguel Albuquerque, que falava durante a sua visita oficial à ExpoMadeira, acrescentou que «o grande desafio que Portugal tem neste momento é criar condições para garantir eficácia e competitividade às empresas».
Na opinião do autarca não há saída para a crise que não passe pelo crescimento da economia, o qual «numa economia social de mercado, só pode ser feito pelas empresas».
Daí ter defendido ser necessário olhar para além do objectivo contabilístico-financeiro de redução do défice. «É olhar para outra forma de redução do défice, que é aumentar a competitividade e crescimento económico».
Para tal, Miguel Albuquerque defendeu ser preciso «desonerar ao máximo as empresas dos ónus que têm neste momento, quer a nível dos impostos, quer da burocracia estadual».
Quanto à Câmara, a opção para ajudar as empresas foi desenvolver uma série de iniciativas, em parceria com a ACIF e empresários, para criar novos postos de atractividade. Só este ano, devido a isso, no quarteirão das ruas da Queimada e zonas adjacentes houve um aumento de vendas de 10 por cento.
Miguel Albuquerque disse que, em 2011, essa política será alargada a outras áreas.
Fonte: JM

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