
O Sindicato dos Trabalhadores da Química, Farmacêutica, Petróleo e Gás pediu uma reunião à Valor Ambiente tendo em vista abordar o futuro dos trabalhadores do sector da transferência e triagem de resíduos sólidos, cuja exploração passará a ser feita, após o próximo dia 24, pela referida empresa.
Segundo o sindicato, não obstante os 80 trabalhadores envolvidos tenham sido informados de que transitariam automaticamente para a Valor Ambiente, mantendo direitos e antiguidade, esta última pretenderá, porém, celebrar novos contratos (a termo), com condições inferiores às actualmente auferidas.
“A empresa diz que os trabalhadores passam automaticamente e com todos os direitos para a Valor Ambiente. Por sua vez, a Valor Ambiente diz que ‘não’, que irá ver com os trabalhadores como, quem e com que condições é que irá admitir. Isto terá de ser esclarecido até porque os trabalhadores não podem perder direitos”, frisou, em declarações à RDP-M, a sindicalista Maria José Fonseca.
Considerando esta “uma questão jurídica”, a Valor Ambiente já solicitou um parecer à Direcção Regional de Trabalho (DRT), por forma a esclarecer se se está perante uma “transmissão de estabelecimento”.
Frisando que será cumprido o que for determinado pela DRT, por parte da empresa e também à RDP-M, Joana Rodrigues esclareceu que “a Valor Ambiente ficará com os trabalhadores (…) Obviamente que há situações e há condições que poderão ser diversas das anteriores. É uma questão de operação e de manutenção e funcionamento das próprias infra-estruturas (mas) a remuneração dos trabalhadores será equivalente àquela que já tinham (…) nunca inferior”.
Fonte: JM
Segundo o sindicato, não obstante os 80 trabalhadores envolvidos tenham sido informados de que transitariam automaticamente para a Valor Ambiente, mantendo direitos e antiguidade, esta última pretenderá, porém, celebrar novos contratos (a termo), com condições inferiores às actualmente auferidas.
“A empresa diz que os trabalhadores passam automaticamente e com todos os direitos para a Valor Ambiente. Por sua vez, a Valor Ambiente diz que ‘não’, que irá ver com os trabalhadores como, quem e com que condições é que irá admitir. Isto terá de ser esclarecido até porque os trabalhadores não podem perder direitos”, frisou, em declarações à RDP-M, a sindicalista Maria José Fonseca.
Considerando esta “uma questão jurídica”, a Valor Ambiente já solicitou um parecer à Direcção Regional de Trabalho (DRT), por forma a esclarecer se se está perante uma “transmissão de estabelecimento”.
Frisando que será cumprido o que for determinado pela DRT, por parte da empresa e também à RDP-M, Joana Rodrigues esclareceu que “a Valor Ambiente ficará com os trabalhadores (…) Obviamente que há situações e há condições que poderão ser diversas das anteriores. É uma questão de operação e de manutenção e funcionamento das próprias infra-estruturas (mas) a remuneração dos trabalhadores será equivalente àquela que já tinham (…) nunca inferior”.
Fonte: JM
















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