
Dez trabalhadores do Museu de Arte Sacra não receberam o ordenado referente ao mês de Fevereiro. Os funcionários não querem ser identificados por sofrerem represálias e desejam apenas que o salário lhes seja pago.
Um dos trabalhadores que se diz lesado explicou que a situação é insuportável porque há empréstimos a pagar ao banco, além de outras despesas.
O funcionário referiu que a direcção executiva do Museu está a fazer tudo para resolver o problema, no entanto, já se passaram mais de 15 dias e o depósito ainda não foi efectuado na conta dos trabalhadores.
Tanto quanto foi possível apurar, os funcionários que trabalham há mais anos dizem que a situação de salários em atraso não é nova.
No ano passado, houve alturas em que os atrasos no pagamento dos ordenados chegaram mesmo a ultrapassar três meses.
Sindicato denuncia ilegalidades
A Inspecção Regional do Trabalho esteve na semana passada no local a inteirar-se do problema que afecta directamente os funcionários, assim como o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (SINTAP).
O responsável Ricardo Freitas explicou que, além dos ordenados em atraso que afectam "alguns trabalhadores", há "um grupo de pessoas que está na Administração Pública de forma ilegal através da utilização de falsos recibos verdes".
O sindicalista esclareceu que alguns funcionários não estão a prestar serviços mas sim a cumprir horários e normas como se trabalhassem por conta de outrem. Ricardo Freitas salientou que "há varias situações que têm de ser corrigidas". O presidente do SINTAP revelou que, após conversa com os responsáveis, ficou o alerta de os casos de ilegalidade serem "rapidamente ultrapassados".
Esclarecimentos por fazer
A Diocese do Funchal é um órgão directamente responsável pelo Museu de Arte Sacra. Apesar de ter sido pedido um comentário ao departamento de informação sobre a situação dos salários em atrasos por volta das 17h40 de ontem, mais tarde, o padre Marcos Gonçalves respondeu através de e-mail afirmando não ter tido oportunidade de obter as informações pretendidas em tempo útil.
Entretanto, o director regional dos Assuntos Culturais, também contactado pelo DIÁRIO, explicou que a Direcção Regional dos Assuntos Culturais apenas apoia financeiramente a gestão e programação do Museu de Arte Sacra. Só a direcção executiva do espaço museológico podia explicar a situação. No entanto, apesar dos esforços para tentar ouvir a directora, Luísa Clode, não conseguimos obter em tempo útil um comentário às acusações feitas pelos funcionários e também por parte do sindicalista Ricardo Freitas.
Um dos trabalhadores que se diz lesado explicou que a situação é insuportável porque há empréstimos a pagar ao banco, além de outras despesas.
O funcionário referiu que a direcção executiva do Museu está a fazer tudo para resolver o problema, no entanto, já se passaram mais de 15 dias e o depósito ainda não foi efectuado na conta dos trabalhadores.
Tanto quanto foi possível apurar, os funcionários que trabalham há mais anos dizem que a situação de salários em atraso não é nova.
No ano passado, houve alturas em que os atrasos no pagamento dos ordenados chegaram mesmo a ultrapassar três meses.
Sindicato denuncia ilegalidades
A Inspecção Regional do Trabalho esteve na semana passada no local a inteirar-se do problema que afecta directamente os funcionários, assim como o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (SINTAP).
O responsável Ricardo Freitas explicou que, além dos ordenados em atraso que afectam "alguns trabalhadores", há "um grupo de pessoas que está na Administração Pública de forma ilegal através da utilização de falsos recibos verdes".
O sindicalista esclareceu que alguns funcionários não estão a prestar serviços mas sim a cumprir horários e normas como se trabalhassem por conta de outrem. Ricardo Freitas salientou que "há varias situações que têm de ser corrigidas". O presidente do SINTAP revelou que, após conversa com os responsáveis, ficou o alerta de os casos de ilegalidade serem "rapidamente ultrapassados".
Esclarecimentos por fazer
A Diocese do Funchal é um órgão directamente responsável pelo Museu de Arte Sacra. Apesar de ter sido pedido um comentário ao departamento de informação sobre a situação dos salários em atrasos por volta das 17h40 de ontem, mais tarde, o padre Marcos Gonçalves respondeu através de e-mail afirmando não ter tido oportunidade de obter as informações pretendidas em tempo útil.
Entretanto, o director regional dos Assuntos Culturais, também contactado pelo DIÁRIO, explicou que a Direcção Regional dos Assuntos Culturais apenas apoia financeiramente a gestão e programação do Museu de Arte Sacra. Só a direcção executiva do espaço museológico podia explicar a situação. No entanto, apesar dos esforços para tentar ouvir a directora, Luísa Clode, não conseguimos obter em tempo útil um comentário às acusações feitas pelos funcionários e também por parte do sindicalista Ricardo Freitas.
Fonte: DN
















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