
O primeiro-ministro anunciou, ontem, que as famílias com desempregados vão beneficiar de uma redução de 50 por cento com a prestação da casa e que será criado um provedor do crédito no domínio do crédito à habitação.
As medidas de José Sócrates foram anunciadas na abertura do debate quinzenal na Assembleia da República, que dedicou ao tema dos "apoios às famílias".
Segundo o primeiro-ministro, em conjunto com as instituições financeiras, o executivo vai criar uma "moratória nas prestações de crédito à habitação", que se poderá prolongar por dois anos e que pode ser requerida até ao fim deste ano.
"Durante este período, as famílias com desempregados beneficiam de uma redução de 50 por cento na prestação da casa. O Estado, através de uma linha de crédito específica, financiará o custo decorrente desta alteração, a uma taxa abaixo da própria Euribor em 0,5 por cento", referiu o líder do executivo.
Ainda neste âmbito, Sócrates adiantou que o Governo vai reforçar a bonificação dos juros, para os desempregados titulares de empréstimos no regime de crédito bonificado".
Ainda em relação às famílias que contraíram empréstimos para comprar casa, o primeiro-ministro adiantou que será criada a figura do provedor do crédito, que "terá responsabilidades em particular no domínio do crédito à habitação".
Por outro lado, o primeiro-ministro anunciou que os pensionistas com pensões inferiores ao salário mínimo terão um aumento na comparticipação dos seus medicamentos e que a acção social escolar será reforçada para alunos com pais desempregados.
A respeito deste conjunto de medidas de apoio às famílias, o primeiro-ministro disse que as mesmas irão custar ao Estado 100 milhões de euros, prevendo o executivo gastar este ano 150 milhões de euros na moratória relativa às prestações de crédito à habitação.
Fonte: JM
As medidas de José Sócrates foram anunciadas na abertura do debate quinzenal na Assembleia da República, que dedicou ao tema dos "apoios às famílias".
Segundo o primeiro-ministro, em conjunto com as instituições financeiras, o executivo vai criar uma "moratória nas prestações de crédito à habitação", que se poderá prolongar por dois anos e que pode ser requerida até ao fim deste ano.
"Durante este período, as famílias com desempregados beneficiam de uma redução de 50 por cento na prestação da casa. O Estado, através de uma linha de crédito específica, financiará o custo decorrente desta alteração, a uma taxa abaixo da própria Euribor em 0,5 por cento", referiu o líder do executivo.
Ainda neste âmbito, Sócrates adiantou que o Governo vai reforçar a bonificação dos juros, para os desempregados titulares de empréstimos no regime de crédito bonificado".
Ainda em relação às famílias que contraíram empréstimos para comprar casa, o primeiro-ministro adiantou que será criada a figura do provedor do crédito, que "terá responsabilidades em particular no domínio do crédito à habitação".
Por outro lado, o primeiro-ministro anunciou que os pensionistas com pensões inferiores ao salário mínimo terão um aumento na comparticipação dos seus medicamentos e que a acção social escolar será reforçada para alunos com pais desempregados.
A respeito deste conjunto de medidas de apoio às famílias, o primeiro-ministro disse que as mesmas irão custar ao Estado 100 milhões de euros, prevendo o executivo gastar este ano 150 milhões de euros na moratória relativa às prestações de crédito à habitação.
Fonte: JM
















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