
Ainda não chegámos a meio do ano e as candidaturas ao serviço militar já atingem 70% do total das que se registaram no ano passado. Um dado que, apesar de significativo, está também associado ao facto de, em 2008, só terem surgido vagas para a Madeira no final do ano.
Segundo o tenente-coronel António Vargas, os candidatos admitidos ingressavam os contigentes do continente, o que poderá ter tido reflexo no número de voluntários. "Esta é uma terra relativamente pequena e passa logo de boca-em-boca que não haveria vagas para a Madeira e então todos os que entrariam seria para prestar serviço no continente", disse. O resultado foi um decréscimo de 40% no número de voluntários face a 2007.
Contudo, de acordo com o oficial, além de ser maior o número de candidaturas, há também mais pessoas a procurarem informações junto do centro de recrutamento, em muitos casos jovens acompanhados pelos pais. Um facto que, não obstante a falta de vagas no ano passado, poderá, conforme admitiu o tenente-coronel, ser também uma consequência da crise. "O Exército sendo uma forma de emprego temporária e sendo esta crise à partida temporária poderá ser uma forma de ultrapassar estas situações pontuais que existem nas famílias".
Em Setembro/Outubro do ano passado foram realizadas provas de selecção a 152 candidatos. Em Fevereiro deste ano houve novas provas, com um total de 144 candidatos, 88 dos quais com candidatura efectuada já este ano, para o qual foram disponibilizadas cerca de 230 vagas.
Em Julho serão também realizadas provas para oficiais e sargentos.
A Madeira segue assim a tendência nacional. Na edição de ontem, o Jornal de Notícias referia que no primeiro trimestre foram registados quase metade dos ingressos contabilizados durante todo o ano de 2008, estando a procura associada à actual crise económica.
Segundo o tenente-coronel António Vargas, os candidatos admitidos ingressavam os contigentes do continente, o que poderá ter tido reflexo no número de voluntários. "Esta é uma terra relativamente pequena e passa logo de boca-em-boca que não haveria vagas para a Madeira e então todos os que entrariam seria para prestar serviço no continente", disse. O resultado foi um decréscimo de 40% no número de voluntários face a 2007.
Contudo, de acordo com o oficial, além de ser maior o número de candidaturas, há também mais pessoas a procurarem informações junto do centro de recrutamento, em muitos casos jovens acompanhados pelos pais. Um facto que, não obstante a falta de vagas no ano passado, poderá, conforme admitiu o tenente-coronel, ser também uma consequência da crise. "O Exército sendo uma forma de emprego temporária e sendo esta crise à partida temporária poderá ser uma forma de ultrapassar estas situações pontuais que existem nas famílias".
Em Setembro/Outubro do ano passado foram realizadas provas de selecção a 152 candidatos. Em Fevereiro deste ano houve novas provas, com um total de 144 candidatos, 88 dos quais com candidatura efectuada já este ano, para o qual foram disponibilizadas cerca de 230 vagas.
Em Julho serão também realizadas provas para oficiais e sargentos.
A Madeira segue assim a tendência nacional. Na edição de ontem, o Jornal de Notícias referia que no primeiro trimestre foram registados quase metade dos ingressos contabilizados durante todo o ano de 2008, estando a procura associada à actual crise económica.
Fonte: DN
















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