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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

HISTÓRIA DE SUCESSO: PONTO SWEET NA MADEIRA

Em dezembro de 2014, Elena Rodrigues abriu a primeira loja Ponto Sweet na Madeira, trazendo para nossa Região um conceito com êxito a nível nacional.

A imagem de marca desta loja são os bouquets feitos com bombons e doces, combinando dois presentes de sucesso garantido de um modo muito original e adaptado a todas as ocasiões e temas, sejam nascimentos, aniversários, agradecimentos ou felicitações, dias especiais como o Dia da Mãe ou festividades como o Natal, Páscoa ou Halloween. Estas peças constituem também uma opção excelente para as entidades que querem agradecer a clientes ou aos seus colaboradores, ou realizar ações de promoção e divulgação.

Desde o bouquet de noiva que a promotora Elena Rodrigues menciona com especial orgulho às pequenas recordações de aniversário, todas as peças são feitas com carinho e uma enorme preocupação em manter a sua originalidade e personalização. A promotora realça que “mesmo com as personagens infantis preferidas fazemos sempre algo diferente, não há 2 encomendas iguais”. Embora a loja tenha várias peças disponíveis, o cliente tem total opção sobre o que quer encomendar, podendo contar com a larga experiência da promotora para o apoiar nas dezenas de opções possíveis.

Elena Rodrigues aceitou contar-nos a sua experiência como promotora.

Como surgiu a ideia de avançar com este projeto?

Eu sou formada em jornalismo mas já trabalhei em várias áreas, sempre em contacto com os clientes. Estava num banco há mais de 7 anos quando reduziram o pessoal e fiquei desempregada. Este foi o impulso necessário para avançar com o desejo que eu e o meu marido tínhamos há bastante tempo de termos o nosso próprio negócio.
Ao longo dos anos fomo-nos mantendo informados sobre este tema e sobre osfranchisings que existiam, pois pensámos que seria melhor apostar numa coisa que nos desse alguma segurança, algo que já existisse. Se eu não tivesse ficado desempregada penso que nunca teria avançado com este projeto.
A ideia em concreto da loja Ponto Sweet veio do estudo dos franchisings existentes. Gostámos destes produtos, que já conhecíamos, e percebemos que ao contrário de outros franchises, com a Ponto Sweet poderíamos ter maior controlo sobre a gestão e sobre os produtos a disponibilizar. Para este negócio ser mesmo nosso, meu com o apoio do meu marido, teríamos de ter autonomia e liberdade de opção, o que era possível com este conceito. Pessoalmente, a ideia agradava-me especialmente por ser muito motivador poder criar algo que as pessoas associam a bons momentos, e poder ver a satisfação e surpresa dos clientes quando vêm buscar as suas encomendas. Esse tem sido um fator muito importante para mim.

Como soube dos apoios do IEM?
Um familiar desempregado também avançou para o seu próprio negócio, no Continente, o que nos fez ir à procura do que havia a nível regional. O apoio do IEM foi muito importante para nós, deu-nos mais confiança para avançar com este projeto e é uma ajuda significativa numa fase inicial.
Tivemos também muito cuidado na escolha do nosso contabilista, baseando-nos em várias recomendações e dando valor a terem uma larga experiência e vários colaboradores. Sabíamos que uma vez que eu cuido do processo produtivo e da loja, não teria cabeça para as diversas burocracias e obrigações a cumprir, pelo que iria certamente falhar em assuntos importantes. E de facto, posso dizer que foram muito importantes para que o processo relativo aos apoios do IEM corresse da melhor forma.

Como está a correr o seu negócio e quais são as suas perspectivas para o futuro?
Estou a terminar o 1º ano e ainda estou na fase de investimento, em que não retiro dinheiro da atividade. Ainda me estou a dar a conhecer mas já ganhei muita experiência no que faço, rentabilizo muito mais o tempo na produção e consigo inovar bastante nos produtos. Estou a apostar nas recordações para festas e celebrações, onde gero mais rendimento e na angariação de clientes empresariais, onde existe um grande potencial.

Abrimos a loja na Estrada Monumental após muita ponderação.
Se tivéssemos optado por um centro comercial certamente que teríamos maior volume de vendas, mas isso poderia não ser suficiente para os custos que acarretaria, até porque teria de contratar alguém para ajudar na produção e mais pessoas para os turnos de atendimento.
Entretanto aceitamos um convite para a abrir uma pequena loja no Centro Comercial do Caniço, contando mais uma vez com apoio do IEM, pelo PROJOVEM. Estamos a ter uma excelente receptividade da população residente, que não tem tanto acesso a este tipo de produtos como no Funchal.
Os turistas também aderem muito facilmente a este conceito, pelo que não faltam possibilidades de crescimento. Na loja do Funchal temos apostado em produtos da Região com a imagem da Madeira, em produtos complementares e em gelados diferentes e doces gourmet, com a autorização da marca Ponto Sweet.
Sabemos que a Região e o país todo estão um pouco estagnados, mas vamos continuar com paciência e tentando fazer as apostas corretas. Por exemplo, no que concerne à divulgação, optámos por criar uma página no Facebook (Ponto SweetMadeira) por se tratar de um meio de publicidade rápido, direto e muito mais em conta do que outros meios existentes. Aqui diariamente damos a conhecer os trabalhos que efetuamos, sempre com o agradecimento ao cliente pela sua preferência, podendo assim servir de exemplo para futuros clientes. Muitas pessoas utilizam este meio para tirar dúvidas e inclusive para fazer encomendas. Temos tido uma boa aderência por parte do público, contámos já com mais de 1.500 likes.

Que conselho deixa aos desempregados com uma ideia de negócio?
Se a vossa ideia não for demasiado arriscada, devem sem dúvida avançar, mas procurar sempre obter o melhor apoio, sobretudo ao nível da contabilidade, e ter muito espírito de sacrifício.
Tenham noção de que não é fácil, que há muitas burocracias. Mesmo com umfranchise não podemos esperar que nos façam tudo, que nos forneçam os materiais. Eu, por exemplo, não pude utilizar os seus fornecedores pois tornavam-se mais caros que os locais.
Mas a nossa satisfação é muito maior do que quando trabalhamos para outros.



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